Acessibilidade

Palestra 1

Temos surdos na universidade, e agora? A atuação dos tradutores e intérpretes e os desafios para uma inclusão no ensino superior.

Palestrante:

  1. Tiago Coimbra Nogueira – UFRS

Ementa: A proposta desta palestra será situar questões implicadas na atuação dos tradutores e intérpretes de língua de sinais no ensino superior. Apresentando os desafios para a construção de uma carreira e uma inclusão efetiva das pessoas surdas nos espaços de ensino. Atualmente, em muitas instituições, politicas estão sendo estabelecidas para organizar as atividades de tradução e interpretação, porém, além de aspectos técnicos para desempenho da função aspectos mais subjetivos devem ser considerados. Sendo assim, quem são os agentes para uma inclusão? Quais são os seus papeis? A formação continuada se torna uma demanda para a capacitação dos profissionais para se desenvolverem tanto em aspectos técnicos e teóricos quanto para resolver problemas de outras ordens que surgem. Fundamentais para a construção de um espaço de avaliação e revisão das práticas de atuação.


Palestra 2

Acessibilidade de acervos digitais nas IES: perspectivas na formação de rede cooperativa

Palestrante:

  1. Tânia Milca de Carvalho Malheiros – UNB

Ementa: No complexo processo de inclusão social das pessoas com deficiência visual, pontos como acesso à informação são fundamentais no seu desenvolvimento tendo como aliados as bibliotecas. As bibliotecas brasileiras das Instituições de Ensino Superior (IES) têm tido um papel importante nesse processo disponibilizando produtos e serviços para esses usuários e criando, com o surgimento da informação em meio digital, as bibliotecas digitais acessíveis. Essas bibliotecas devem seguir os padrões de acessibilidade do World Wide Web Consortium (W3C) necessárias ao seu acesso, possibilitando a leitura das informações pelos leitores de tela. Como solução para alcançar essa padronização nos diversos aspectos da construção dessas bibliotecas digitais acessíveis e tendo como principal objetivo a interoperabilidade, é sugerida a formação de uma rede cooperativa dos acervos digitais desenvolvidos pelas IES brasileiras, visando o fortalecimento dos produtos e serviços de informação disponibilizados por essas instituições para os usuários com deficiência visual.

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